Encontros "BRASÍLIA, CIDADE CRIATIVA"
Encontros "BRASÍLIA, CIDADE CRIATIVA"*** Economia da cultura no Distrito Federal ***
Ciclo de debates e Saraus para aproximar pessoas que se beneficiam com o desenvolvimento cultural de centros urbanos e cidades - produtores culturais, gestores, artistas, realizadores de eventos, turismólogos, urbanistas, empreendedores, investidores em projetos e intelectuais que pesquisam cidades criativas.Mediação: João Reis - produtor cultural, pesquisador, músico e mestre em Psicologia.
sábado, 1 de junho de 2013
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
3 CAPITAIS DO BRASIL E O CINEMA MUNDIAL
O cinema estadunidense no Brasil é muito forte. Avaliar sua
força hoje, não é tão simples, considerando que os EUA dominam também muitas
ferramentas da internet como meio de distribuição de audiovisual. Podemos sim afirmar
que o papel do Brasil vem se fortalecendo. Um exemplo é a sua indústria do
audiovisual, com seus músculos nas Organizações Globo – que hoje inclusive está
sendo boicotada, com um movimento na internet para não sintonizarem a TV Globo.
Uma força nossa também é o diretor brasileiro da animação Rio, que de forma
apaixonada apresentou a antiga capital do País para o mundo de forma muito
divertida. Soma-se então agora a música do compositor baiano Carlinhos Brown
com seu grande parceiro Sérgio Mendes. A canção une a antiga capital Rio de
Janeiro à outra mais antiga capital, Salvador.
As duas capitais unidas poderiam nos levar a questionar a participação de
Brasília. Por isso realcemos a função da atual capital do Brasil: criar
condições, com seus serviços públicos, para o cinema nacional competir nas
outras edições do grande prêmio internacional. Além de criar melhores condições
para as produções audiovisuais, deve reduzir distância em os setores produtivos e ... produzir novos filmes!! Aí serão escritos novos roteiros para o Brasil e o seu audiovisual, uma nova representação
do seu papel no mundo. Mundo em que a capital não é Washington DC, muito menos
Los Angeles.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
ESTRUTURANDO A ECONOMIA DA CULTURA E A PRÓPRIA CULTURA
Mais um passo dado para o desenvolvimento do País.
Enquanto cidadãos, vamos fazer nossa parte para aumentar a participação da cultura no Produto Interno Bruto (PIB) para 4,5%, como está nas metas da política cultura brasileira até 2020.
Documento final do Conselho Nacional de Política Cultura (CNPC) no link a seguir.
http://www.cultura.gov.br/site/wp-content/uploads/2011/12/Vers%C3%A3o_Final_MetasPNC.pdf
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| Cidadão brasileiro, agente da cultura em Olinda, com câmera importada. |
terça-feira, 15 de novembro de 2011
FELICIDADE NA PRAÇA, NA RUA, NOS PARQUES
Ser visionário é ver o futuro que se quer criar. E criá-lo, pedindo ajuda e mostrando que é possível. Vislumbrar o DF
mais feliz é fundamental. E fazê-lo aos poucos já é um exercício de alegria.
Muitos líderes - mesmo sem saber que o são - fazem obras que melhoram sua cidade em pequenos e
lentos gestos. É um exemplo ótimo o papel de um vizinho que decide manter uma
festa periódica na sua quadra, organizando o que for necessário e também se
divertindo com isso. Ou aquele que quer aproveitar mais um
campeonato de futebol e decora sua quadra. Ou o outro que aproveita os festejos
juninos e faz da decoração um pretexto para o encontro. Ou ainda aquele outro
que faz festa! (!) - pedindo as devidas autorizações e respeitando horários. Festeja
a vida, o aniversário, o octogenário com seus netos... Ou ainda, aquele que tem a
praça o local para fazer bolo, para jogar, ou para exercício físico. Ou para ver a lua.
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| Aulas gratuitas para saúde e felicidade numa praça |
Espaço temos, o espaço do coração.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Uma linguagem para unir
O Entorno de Brasília, região de constantes novos moradores, apresenta nível elevado de problemas sociais. A falta de condições de toda NOVA cidade é uma das variáveis a serem consideradas, porque os locais em que as pessoas não se conhecem geram poucos vínculos, que por sua vez leva ao evanescimento da identidade. Ou seja, torna-se um local em que ninguém se conhece, ou que não teve ainda o tempo necessário para se conhecer. E em que a intimidade entre as pessoas não evoluiu para se transformar num alicerce de relações de respeito. São locais abertos, sem senhas.
Dessa região, olhemos para o MURO vizinho: o muro econômico que cerca Brasília. Não é novo, existe no Rio, em São Paulo e em outras grandes cidades do mundo.
Pelo muro, as pessoas ainda podem se conhecer, gerar respeito, já que diferenças podem ser gerenciadas. Contanto que a linguagem permita o ingresso em um mundo justo, em que as políticas sejam benéficas a todos.
As pessoas se conhecem a partir de uma linguagem comum, que une a todos, que permite acordos e a convivência que se ajustará aos poucos. E a única língua comum que podemos ter é a linguagem da "Lei", a linguagem dos instrumentos democráticos.
Conclui-se que devemos com urgência acelerar a democracia, zelar pelas instituições democráticas rápido. .
E continuar a luta contra a corrupção - que é a linguagem de uma selva que não tem mais lugar no planeta de 7 bilhões de pessoas.
Precisamos ser criativos e "manter a comunicação" - a velha, antiga, ancestral "Lei" - para formar vínculos entre cada um de nós, mesmo que desconhecidos uns dos outros.
Dessa região, olhemos para o MURO vizinho: o muro econômico que cerca Brasília. Não é novo, existe no Rio, em São Paulo e em outras grandes cidades do mundo.
Pelo muro, as pessoas ainda podem se conhecer, gerar respeito, já que diferenças podem ser gerenciadas. Contanto que a linguagem permita o ingresso em um mundo justo, em que as políticas sejam benéficas a todos.
As pessoas se conhecem a partir de uma linguagem comum, que une a todos, que permite acordos e a convivência que se ajustará aos poucos. E a única língua comum que podemos ter é a linguagem da "Lei", a linguagem dos instrumentos democráticos.
Conclui-se que devemos com urgência acelerar a democracia, zelar pelas instituições democráticas rápido. .
E continuar a luta contra a corrupção - que é a linguagem de uma selva que não tem mais lugar no planeta de 7 bilhões de pessoas.
Precisamos ser criativos e "manter a comunicação" - a velha, antiga, ancestral "Lei" - para formar vínculos entre cada um de nós, mesmo que desconhecidos uns dos outros.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O que cresce está vivo
Ao redor da cidade tombada, aproveitando todos os benefícios da sua preservação, a cidade não para, a cidade só cresce. Que todos tenham espaço para viver a cidade na sua plenitude, a partir de uma política ampla de inclusão de todas as camadas sociais no desenvolvimento sustentável do Distrito Federal.
A responsabilidade de cada cidadão - que mora aqui e/ou usufrui da cidade - é grande. Cada cidadão pode ter participação macro (quando elege e fiscaliza) ou micro (no seu cotidiano).
Exercer seu poder de cidadão é difícil para alguns que estão começando a perceber este ofício. Ofício antigo, aliás, mas que apenas agora alguns percebem que é seu. E aumentará qualitativamente, porque cresceremos. Haverá mais vizinhos. E quantos serão os brasilienses/candangos em 2020, segundo projeções do IBGE? Serão a terceira maior população do país, depois do Rio de Janeiro e de São Paulo. Isso dá nova cara às decisões nacionais.
Planejar é preciso, com coragem e confiança, porque uma cidade tem sentido apenas quando é vivida. E vivê-la é ser responsável pelo seu desenvolvimento e crescimento inevitáveis.
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| Um parque, um museu, uma história, um ambiente no presente a ser vivido. |
terça-feira, 6 de setembro de 2011
Fértil, enquanto as chuvas teimam por vir
Basta olhar, vemos Brasília de toda cor, assim: folhagens abóbora escurecidas, cor de amêndoa, quase alaranjados, salmão fosco, açafrão claro e escuro, branco navajo diluindo os tons do marrom, caramelo de galhos, folhas castanho claro, copas de árvores coloridas pela cor da flor de mangueiras. E o verde onipresente e, quando não, quase cinza e cinza quase verde, que se ergue do dourado de folhas no chão de toda cor. Tudo isso cercado pelo céu translúcido, transparente, infinito. Uma cidade fértil, linda, plena. Pronta para mudar de estação.
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