Encontros "BRASÍLIA, CIDADE CRIATIVA"

Encontros "BRASÍLIA, CIDADE CRIATIVA"
*** Economia da cultura no Distrito Federal ***
Ciclo de debates e Saraus para aproximar pessoas que se beneficiam com o desenvolvimento cultural de centros urbanos e cidades - produtores culturais, gestores, artistas, realizadores de eventos, turismólogos, urbanistas, empreendedores, investidores em projetos e intelectuais que pesquisam cidades criativas.
Mediação: João Reis - produtor cultural, pesquisador, músico e mestre em Psicologia.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

SARAU CIDADE CRIATIVA - 28 DE ABRIL - divirta-se

Encontro com os interessados em empreendedorismo cultural também pode ser divertido.  Encontrar pessoas, com música e poesia é o objetivo do SARAU CIDADE CRIATIVA.




Clarice Lispector
Adélia Prado
e muito mais

domingo, 3 de abril de 2011

GILBERTO SALOMÃO X CONIC

Conic é, por lei, uma quadra. São mais de dez edifícios vizinhos que compartilham área sob comando do GDF. O coração artístico da “Quadra Conic” é encabeçado pelo complexo da Faculdade Dulcina, Musimed, pela loja relacionada ao hiphop e pelo poético roqueiro sebo de discos. Entre as ruas dessa quadra, vez ou outra um evento é feito para os que “não-moram” por lá, ou seja, os que lá trabalham nos vários escritórios que caracterizam a quadra. Com o aumento da segurança no local, ainda é uma região cercada por rodovias, mas que está intimamente interligada ao corredor cultural do Museu da República candango.
Setores criativos de uma cidade podem mudar a economia local, além de revitalizá-la.













O fato de estar, paradoxalmente ilhado, cercada pelas rodovias, dificulta o acesso para algumas ações culturais noturnas, que exigem o ônibus, onipresente na rodoviária. Entretanto, durante o dia, centenas de milhares de pedestres circulam por lá, com uma trilha sonora silenciosa e uma decoração ausente, sabendo  mesmo assim que cada um que por lá passa mereceria mais beleza e harmonia no seu cotidiano apressado.

Está aí uma relação com o Centro Comercial Gilberto Salomão, também ilhado e rico de potencial artístico,  cercado pelo trânsito, na QI 05 do Lago Sul. Um polo de moda e de objetos de arte e artesanato. Feiras mantêm o contraste entre o que a arte pode oferecer: Mix, Anguidades e outras feiras sempre criativas e para muitas pessoas. Boates, restaurantes, bares e história. Muita história de um tempo que não tem nada a ver com a Brasília temos hoje e que se acelera.

O futuro conta a favor para ambos: o enorme potencial para serem verdadeiramente pontos criativos. Com espaços artísticos que podem se sofisticar e com o aumento da segurança, E pessoas, um público para ambos. Pessoas diferentes teremos sempre, com o futuro do DF garantindo maior povoação. Públicos diversos, mas com características e pontos positivos semelhantes. Empreededores culturais que se unam para ganharem força e dar mais força à cidade criativa.

terça-feira, 22 de março de 2011

Criando processos para a gestão cultural participativa


    Os números que mostram o potencial de consumo dos moradores do Distrito Federal apontam para um futuro cultural semelhante aos de outras metrópoles.  Cercando a área central,  o potencial de consumo dos habitantes cresceu. As 30 unidades administrativas têm uma diversidade a ser explorada. 
    Como descobrir como esses bairros passarão a produzir cultura e gerar produtos baseados no trabalho criativo? 
    Um caminho é observar o que tem sido realizado e quem são e como pensam as pessoas de cada cidade satélite ou unidade administrativa. Esse procedimento é a lição inicial de qualquer ação.
    Dessa perspectiva, temos muito a aprender com os resultados da III Conferência da Cultura, cujo texto da Secretaria de Cultura está reproduzido abaixo. E muito a inventar!



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Como forma de propor estratégias para o fortalecimento da cultura e iniciar um processo de construção de um novo marco legal para a gestão das políticas públicas de cultura e a inovação nas políticas culturais no DF, a Secretaria de Cultura convocou a 3ª Conferência de Cultura do DF para os dias 29,30 de abril e 1º de maio de 2011. A proposta visa estabelecer um novo padrão de relação com a sociedade, os movimentos culturais e artísticos, de maneira democrática, participativa e republicana.


Sob o mote “Cultura: Memória e Invenção”, o Lançamento da 3ª Conferência de Cultura do Distrito Federal aconteceu no dia 15 de fevereiro, no Museu da República abrindo o calendário das Conferencias Regionais e Setoriais. O processo se inicia já no dia 26 de fevereiro na cidade de Samambaia e se estende até o dia 17 de abril. Participarão do processo consultivo e deliberativo as 30 Regiões Administrativas e 14 Setoriais.


O processo de discussão acontecerá em dois momentos. O primeiro acontecerá nas chamadas Conferências Regionais de Cultura nas 30 Regiões Administrativas e as Conferências Setoriais, que realizarão os encontros por área de atuação cultural.


As Pré-conferências apontarão prioridades para o Plano de Cultura 2012/2013 nas suas regiões e setores e contribuirão com o Plano de Cultura do Distrito Federal do mesmo biênio a ser aprovado na 3ª Conferência; elegerão seus Conselhos Regionais e Setoriais de Cultura e elegerão delegados (as) para a 3ª Conferência.


O Segundo momento acontecerá entre os dias 29 de abril e o dia 1º de Maio, com a realização da 3ª Conferência de Cultura do Distrito Federal. Este promete ser um grande momento de discussão e de pactuação da Secretaria de Estado da Cultura com a sociedade, o movimento cultural e a classe artística, na elaboração e consolidação de políticas públicas para a cultura do Distrito Federal.


Esse processo busca consolidar as Políticas Públicas Culturais, uma política de Estado para o Governo do Distrito Federal, com os princípios da cultura como Direito Fundamental, de forma diversificada, descentralizada e com acesso democratizado ao fomento, bens e serviços, em suas três dimensões: simbólica, cidadã e econômica.



EIXOS DE DISCUSSÃO DA 3ª CONFERÊNCIA DE CULTURA DO DF

A - Diversidade, Descentralização e Democratização
Descentralização das Políticas Públicas de Cultura
Promoção de Políticas Integradas (educação, meio ambiente, juventude, etc.) 
Valorização da Diversidade e da Cultura local 
Políticas Culturais para Inclusão Social e Acessibilidade
 

B - Economia da Cultura
Cadeia produtiva (criação, circulação e distribuição de bens e serviços culturais) 
Políticas Culturais Integradas (turismo, comunicação, educação, ciência e tecnologia, agricultura, moda, gastronomia, designer, artesanato, micro e pequenas empresas e economia solidária). 
Fomento e Incentivo (Financiamento, Fundos e Lei de Incentivo) 
 

C - Patrimônio Cultural e Arquitetura 
Políticas de Preservação, Proteção e Promoção do Patrimônio Cultural Material e Imaterial o Distrito Federal
Sistema de Museus do Distrito Federal, Centros de Memória e Arquivos do Patrimônio Cultural Material e Imaterial 
Políticas de Educação Patrimonial
 

D - Formação e Intercâmbio Cultural 
Políticas de Fruição e Formação de Público 
Políticas de acesso à qualificação e formação de agentes culturais 
Promoção de Intercâmbio Cultural (nos âmbitos nacional e internacional)
Incentivo às Redes Culturais (fóruns, associações e outros)  

domingo, 6 de fevereiro de 2011

AS PESSOAS E SUAS FESTAS EM BRASÍLIA

O aumento populacional no DF e também o novo perfil econômico das cidades satélites, com aumento da autonomia do Plano Piloto, tem dado espaço a pessoas que se divertem de forma semelhante a outros grandes centros urbanos brasileiros. 


As festas de rua, tendo o carnaval como uma das mais belas "tecnologias" sociais ganha força por aqui, para alegria dos que querem o conforto da companhia dos familiares e amigos próximos.

No link a seguir, a Liga dos Blocos Tradicionais de Brasília mostra a dinâmica do apoio governamental para as festas que fazem a felicidades dos morados da Capital.


http://www.ligadosblocos.com.br/index.php/pagina-inicial/47-carnaval-confirmado-na-capital

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

MÚSICA NOVA, NOVOS ARRANJOS: CURSO INTERNACIONAL DE VERÃO

A América Latina tem mais uma edição de um dos seus mais importantes eventos musicais. Inicia-se no dia 09 de janeiro, abrindo o ano cultural brasiliense em tom maior, solar, em meio às chuvas afinadas e compassadas, ajudando ao descanso e/ou ao trabalho de construção da década (e da cidade criativa que é).

Harmonizado ao clima de recomeço cultural, o novo site da sempre elegante e eficaz Escola de Música de Brasília, está clean e com um ótimo arranjo de boas-vindas aos grandes profissionais da música internacional que orquestrarão a arquitetura invisível que sonorizará o belíssimo planalto central.

Brasilia aproveitando novos concertos e arranjos.



domingo, 14 de novembro de 2010

33o. CURSO INTERNACIONAL DE VERÃO - Escola de Música de Brasília

Há vagas para futuros músicos: vagas para matrículas que serão sorteadas. As filas que ocupam o espaço sonoro da Escola de Música de Brasília entoam expectativas ao ritmo da sorte. Entre o espaço da fila e o sorteio de vagas, a melodia está no formato de trio para dúvida+mudez+esperança: canta-se a certeza de cursos temporários, contrapõe-se a vagas nos cursos oferecidos aos sábados e cruza-se o desejo do Curso de Verão. Vibra-se a sinfonia da expectativa, nesse período em que se muda o governo local e também o que se entende sobre cultura estruturada na arquitetura vítrea do orçamento anual.
Poucas vagas, mínimas, semínimas, pausas... Até o solo do silêncio para muitos que ficarão de fora do curso técnico.
A certeza vem com as férias: o curso internacional de verão é um patrimônio cultural de Brasília. Histórico, grandioso e uma oportunidade ímpar de orquestrar o talento do brasiliense-candango para ocupar os espaços e a mente com sons.

A AGENDA PARA FUTURAS EDIÇÕES DEVE SER EXIGIDA PELA COMUNIDADE COM ANTECEDÊNCIA.